Author name: celine

CAPA - GUIA DE TENDENCIAS 2022
MARKETING DE INFLUÊNCIA

Guia de Tendências e Influência com Diversidade 2022

O Marketing de Influência e a diversidade são os carros chefes do marketing digital na atualidade, sendo o Brasil o país mais impactado por essa influência. 52% dos internautas brasileiros seguem algum influenciador digital em suas redes sociais, o que mostra a importância dessa tática que, só no ano passado, movimentou US$ 13,8 bilhões. No início da pandemia, no entanto, houve uma grande mudança na forma como as pessoas consumiam conteúdos online. Algumas pautas perderam relevância enquanto outras se tornaram extremamente necessárias.  Para te ajudar a entender melhor o que vem pela frente trouxemos o Guia de Tendências e Influência com Diversidade 2022, leitura obrigatória para estar à frente desse ano que promete. Para ter acesso ao guia da MOSAICO basta preencher o formulário abaixo!

DADOS

Pesquisa sobre Influencers Trans

Em 2020 fizemos nossa primeira pesquisa direcionada aos criadores de conteúdo e influenciadores LGBTQIA+ no Brasil, a fim de reunir informações sobre esse grupo ao mercado de influência. O resultado não foi muito positivo, visto que há muita desigualdade também entre as siglas.  Nesse ano decidimos segmentar um  pouco mais essa pesquisa e trazer o foco para creators Trans. Assim como na análise anterior, buscamos saber mais sobre o universo da sigla T. Para isso, contamos com o apoio da TransEmpregos e da YouPix. O primeiro passo foi fazer um mapeamento de influenciadores trans para termos uma dimensão de nosso universo. Esse mapeamento também nos auxiliaria no envio de directs para que o pessoal participasse da pesquisa, que ficou disponível para coleta de dados entre os dias 1 e 21 de junho. Ao todo, conseguimos 189 respostas concentradas na idade entre 18 e 35 anos 86,8%, são moradores principalmente do Estado de São Paulo 33,9%, Rio de Janeiro 15,3%, Minas Gerais 5,8% e Bahia 5,3%. A amostra foi composta por 41,3% de homens trans, 39,1% de mulheres trans, 15,9% travestis e 13,2% não binárie. A pergunta sobre identidade de gênero foi de múltipla escolha, tendo no grupo, pessoas que se identificam tanto como homem trans quanto gênero fluíde e não binárie, quanto mulher trans e travesti. Relacionado à orientação sexual, 45% são heterossexuais, 23,8% bissexual, 19% Pansexual e 6,9% Gay. Referente a raça, seguindo as bases estabelecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a amostra se denominou 48,7% branca, 25,4% parda e 22,8% negra. Do grupo, 64% são solteires, 20,6% estão namorando e 9% são casades. A maior parte dos respondentes são composta por nano influenciadores, que possuem menos de 10 mil seguidores, 42,3%. Micro (de 10 a 100K) 21,7% e Meso (de 100k -500k) – 3,7%. Mega Influenciadores (acima de 1M): 0,5%. Quando o assunto é produção de conteúdo, numa questão de múltipla resposta, 14,3% dizem que não possuem um tema específico. Entretanto, os 38,1% abordam assuntos sobre gênero e sexualidade e 36,5% assuntos relacionados com a cultura e história LGBTQIA+, fato que se associa ao motivo que os levou a serem influenciadores digitais, como uma forma de mostrar a sua trajetória e fornecer visibilidade ao universo. Outros assuntos que também entram na pauta desse grupo é assuntos relacionados com beleza 28,1%, Arte 27% e Entretenimento 24,4%. Um ponto importante de se destacar é frequência que esse grupo realizou trabalhos como influencers. 45,5% respondeu não ter feito nenhum trabalho como influencer nos últimos 6 meses, enquanto 11,1% fez 1 trabalho. Esse dado destaca o esquecimento da comunidade trans fora do Mês do Orgulho LGBTQIA+. 36,6% do creators que responderam a pesquisa disseram ser mais procurados por empresas durante o Mês do Orgulho LGBTQIA+. Isso ressalta como as marcas ignoram a existência dessa comunidade nos outros períodos do ano e acabam inviabilizando essas pessoas! 57,6% responderam que o valor do cachê é importante ou muito importante na hora de fechar um trabalho. Já sobre a forma de abordagem das marcas quase 35% respondeu considerar importante na hora de aceitar um trabalho Mais da metade dos creators trans respondentes da pesquisa acham muito importante que as marcas se posicionam e não acham muito importante a fama dessas empresas. Quando uma marca se posiciona ela mostra que seu apoio é genuíno e não uma estratégia que visa apenas lucros. Pesquisa supervisionada e também integrante do projeto de pesquisa da Profa. Dra. Yhevelin Guerin, vinculada à Universidade de Santa Cruz do Sul e intitulada “Influenciadores digitais, empoderamento social e posicionamento de marca.

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5 campanhas que trouxeram protagonistas LGBTQIA+

No último mês, vimos uma tentativa na ALESP de tirar pessoas LGBTQIA+ da publicidade. Por isso, trouxemos 5 campanhas inspiradoras que fizeram história colocando a pauta da diversidade em destaque! DIA DOS NAMORADOS – O BOTICÁRIO (2015) Por trazer casais de diferentes orientações sexuais, a campanha “Casais” causou comoção nas redes. Alvo de boicote do público conservador, que tentou um processo pelo CONAR (alegando desrespeito à família), mas foi absolvida e ainda levou o prêmio máximo do EFFIE AWARDS BRASIL 2015. OUTUBRO ROSA – AVON (2015) Também em 2015, a AVON trouxe a cantora Candy Mel como a primeira mulher trans a protagonizar uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. “#EUSOUASSIM”. DORITOS RAINBOW (2017) Para apoiar a 21ª parada LGBT em São Paulo, Doritos criou o salgadinho “Rainbow”, com as cores da bandeira LGBTQIA+. Na compra do kit Rainbow, a renda foi revertida para a Cassa 1 que abriga LGBTQIA+ em situação de risco. A campanha foi protagonizada por diversos influenciadores da comunidade. MEU PRIMEIRO  SUTIÃ – ANTRA (2019) A Madre Mia Filmes recriou o filme “Meu Primeiro Sutiã”. clássico de Washington Olivetto exibido em 1987, para a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). A releitura traz um protagonista trans para abrir uma discussão sobre a violência e o preconceito. DIA DOS PAIS – NATURA (2020) A Natura virou um dos assuntos mais comentados no Twitter após publicar a campanha “#MEUPAIPRESENTRE”, trazendo Thammy Miranda como um dos contratados. Em nota,  a Natura afirmou ao UOL seu posicionamento de que celebrar “Todas as formas de ser homem”. Por Bernardo Remus

MARKETING DE INFLUÊNCIA

Dois anos de Mosaico: veja um resumo de tudo que vivemos neste período

Piscamos e já estamos comemorando dois anos de Mosaico. As comemorações especiais para marcar esta data já começaram no nosso perfil oficial no instagram e agora, você confere uma retrospectiva de tudo que vivemos neste período aqui no nosso blog. Siga lendo e confira um resuminho dos serviços que temos orgulho de assinar.  1 – Criamos uma pesquisa para entender como anda a inclusão de creators LGBTQIA+ em campanhas de influência Fomos pioneiros em estudar o comportamento e traçar o perfil de influenciadores e criadores de conteúdo LGBTQIA+ dentro do marketing de influência. Buscamos entender em 2020, em comemoração ao mês do orgulho, como era o funcionamento do mercado para o público deste segmento no Brasil. Os números foram divulgados aqui no nosso blog, nas nossas redes sociais e em palestras que nossos colaboradores participaram ao longo do ano.  Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MOSAICO (@sigamosaico) 2 – Palestramos e espalhamos nossa mensagem Fomos convidados para participar de eventos importantes no mercado da comunicação, como: o YouPix Summit; o Conecta Imobi, Fórum Marketing de Influência, Festival Criativar de Santos e o YouPix Creators Boost. A Mosaico também realizou um workshop para empresários sobre diversidade para o Negócios da Comunicação dentro da programação do “Empresas que Melhor se Comunicam com Jornalistas”. Mediamos também aulas inaugurais dos cursos de comunicação de faculdades como a que fizemos ao lado da ilustradora Laerte na UNISC em Santa Cruz do Sul. Através de nossos principais porta-vozes, nosso CEO, Yheuriet Kalil, e nossa Head de Gerentes, Celine Ramos, ensinamos e aprendemos muito nesses eventos espetaculares.  3 – Espalhamos amor com o Mosaico de Boas Causas No começo da pandemia do novo coronavírus, começamos uma ação nas redes sociais da Mosaico, divulgando pequenos negócios que foram atingidos. A ideia era que influenciadores cedessem espaço nos seus perfis para publis gratuitos, boas ações que poderiam gerar visualização de empresas que precisavam de ajuda. Klébio Damas, Titi Muller e dezenas de influenciadores de todo Brasil abraçaram essa causa com a gente.  Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MOSAICO (@sigamosaico) 4 – O verão chegou, a gente chegou junto! Criamos as ações de influência de Itaipava e movimentamos as redes para dar boas-vindas ao verão. Unimos influenciadores de todo o território nacional para mostrarem as múltiplas formas que a estação acontece no Brasil. Formatos de conteúdo disruptivos e que vão além do famoso #publi com o produto foram pensadas para dar destaque ao posicionamento da marca, que cada vez mais valoriza a diversidade em sua comunicação.  Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maíra Azevedo (@tiamaoficial) 5 – Acreditamos firmemente que #DiasMelhoresVerão Fomos responsáveis pelo conceito #DiasMelhoresVerão, também de Itaipava, que circulou durante o início da pandemia. A mensagem ganhou as redes e foi parar nos comerciais da marca na televisão, uma grande comunicação crossmedia.  Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MOSAICO (@sigamosaico) 6 – Conversamos e trocamos ideias com influenciadores Criamos uma série de lives que conversava com influenciadores do movimento LGBTQIA+ para saber sua visão sobre o mercado e conhecer as principais marcas que admiram. Foram entrevistas que viraram aulas sobre acessibilidade, inclusão e diversidade em campanhas publicitárias que ficaram disponíveis para visualização no IGTV da Mosaico.  Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MOSAICO (@sigamosaico) 7 – Eventos? Saudades de tudo que a gente já viveu A Mosaico foi responsável por levar influenciadores a muitos festivais que envolviam suas marcas parceiras. Alguns deles foram: As 5 edições do TNT Stage, todas as edições do Crystal Encontra, Festival de Verão de Salvador, Carnaval na Sapucaí, Festival Grls, De Som a Sol, Mondial de La Biere, Slow Brew, entre outros. Relembrar já bate um gatilho bom! Fomos responsáveis pelo mapeamento, transporte e hospedagem dos criadores de conteúdo que movimentaram suas redes para divulgar os eventos em nome das marcas. https://www.instagram.com/p/B9o3oPwAFe_/embed/?cr=1&v=13&wp=540&rd=https%3A%2F%2Fsigamosaico.com&rp=%2Fconteudos%2F2021%2F04%2F27%2Fdois-anos-de-mosaico-veja-um-resumo-de-tudo-que-vivemos-neste-periodo%2F#%7B%22ci%22%3A5%2C%22os%22%3A3413.5%2C%22ls%22%3A1278.5%2C%22le%22%3A1308.7999999523163%7D Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MOSAICO (@sigamosaico) 8 – Muitas parcerias floriram para agregar a influência Nestes dois anos, criamos parcerias com clientes como Som Livre,  Quinto Andar e FESPSP, além de estar junto com IBC e Cachaça Cabaré em algumas ativações especiais. O Youpix, também foi grande parceiro da Mosaico nesses dois anos, como espaço aberto para conversarmos e trocarmos ideias sobre o mercado. Além disso, firmamos parcerias e assumimos o braço de influência em projetos especiais das agências New Vegas, W3haus e Cartola.  Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MOSAICO (@sigamosaico) Ufa! Em dois anos criamos muitas histórias para contar e situações para conectar influenciadores e marcas em relacionamentos duradouros. Participou de um desses momentos? Conte para a gente nos comentários. Por Marcela Barbosa

CONVERSAS

Influenciadores digitais LGBTQIA+: Conversa com Carol Alves

Sabe quando você conversa com uma pessoa e é tão bom que no final fica aquela vontade de guardar ela em um potinho? Ficamos com essa sensação depois de terminar nosso bate-papo com a Carol Alves, do canal Apt 202. Esse encontro foi proporcionado pelo Mosaico de Conversas e vai puxar você para uma reflexão sobre a inclusão de conteúdos LGBTQIA+ no mercado de marketing de influência. Siga lendo e confira tudo que rolou. Quando a comunidade é lembrada De forma técnica, para uma marca, incluir na pauta de conteúdo publicações que mostram as experiências da jornada de compra de integrantes do movimento LGBTQIA+ (também pesquisado por LGBT ou LGBTQ) é positivo em diversos aspectos, entre eles, potencializa o poder de: conversão, alcance, integração e principalmente, vendas. Estas são vantagens que podem ser colhidas durante os 365 dias do ano. Contudo, a realidade do contato com influenciadores digitais para participação de campanhas publicitárias normalmente acontece de forma mais ativa e frequente somente no mês de junho, por conta do Mês da Diversidade. Na nossa conversa, a Carol Alves respondeu o questionamento sobre o tema e vale a pena a reflexão. Alô marcas, attention please! “Fizemos algumas coisas fora de junho, mas sem dúvida, a maior parte do tempo a gente não é procurada por marcas. Quando é, costuma ser perto do meio do ano” CAROL ALVES, YOUTUBER DO CANAL APTO 202 “Fizemos algumas coisas fora de junho, mas sem dúvida, a maior parte do tempo a gente não é procurada por marcas. Quando é, costuma ser perto do meio do ano” relatou. Ela também contou como são as abordagens que recebe “Chega aquelas propostas super indecentes, que cara, esse é o nosso mês e vem sempre uma marca falando `vocês não querem fazer é 1 milhão de stories e postar e fazer um vídeo? em troca eu vou mandar um brinde!”, desabafa a influenciadora digital. Vale lembrar que na Mosaico temos sangue de Sherlock Holmes e sabemos quais são as empresas que mostram apoio a comunidade de forma perene, viu? Para incentivar a mudança de posicionamento, trouxemos dados que indicam que o movimento é pesquisado anualmente, em todas as regiões do país. Não tem desculpa, confira! Isso mostra que além dos aspectos técnicos, as marcas precisam considerar as variáveis humanas em sua comunicação, realizando a inclusão de lésbicas, gays, bissexuais, trans, queers, intersexos e assexuais durante todo o ano. Criação de conteúdo com humor Nosso bate-papo com a Carol rendeu muito! Conseguimos entender o ponto de vista dela sobre a parceria com marcas, sobre a procura do mercado por influenciadoras lésbicas e principalmente, foi inspirador entender bem de pertinho como surgiu a ideia de se tornar uma criadora de conteúdo. Mais que amigas, friends, ela, Jullie Nogueira e Fernanda Sicuro sempre tiveram em comum o bom humor e seus colegas sempre comentavam que juntas, elas deveriam gravar alguma coisa para publicar na internet. Carol menciona que trocou muitas figurinhas com as meninas sobre suas inspirações “A gente começou a falar muito das referências que a gente tinha, isso era algo que a gente falava sempre! Tipo, minha adolescência era a Ellen DeGeneres …” entre uma conversa e outra a influenciadora conta que a decisão de criar conteúdo foi natural “A gente falou “Cara! A gente pode ser uma referência pra uma galera que tá vindo aí”, relata. Com o tempo, as creators foram desenvolvendo o conteúdo do seu canal e aprendendo com cada resultado. Carol relata que às vezes há necessidade de criar vídeos individuais, pois elas possuem personalidades muito diferentes, contudo, o carro-chefe continua sendo os vídeos em grupo. “A gente entendeu que o nosso principal conteúdo é o que a gente cria junto, então a gente faz roteiro, pensa no tema e tal (…) o grosso do vídeo ele acontece enquanto o vídeo está sendo gravado.”, menciona com um super bom humor para o Mosaico de Conversas. Para quem está começando, rolou até uma inspiração para planejar seu conteúdo. Anota no caderninho, a Carol disse que“Claro que a gente pensa vídeo, pega referência, pensa tema e tal, mas no geral a gente tem um tema maior e vai dividindo em tópicos do que a gente não pode esquecer, mas a maior parte do vídeo sempre é a gente debatendo aquilo com o nosso jeito de conversar”. Autenticidade é tuuuuuudo, né non? <3 Comunidade lésbica representada com sucesso! Ser lésbica não é uma personalidade, é uma orientação sexual. Dentro do canal Apt 202 que Carol Alves faz parte, é discutido muitos temas que podem ajudar e desmistificar comportamentos da comunidade lésbica. É um espaço onde as meninas podem se sentir livres para tirar dúvidas e debater assuntos importantes. Contudo, como cada influenciadora possui um estilo próprio, acabam surgindo sub-assuntos que agregam ainda mais no conteúdo do canal. Carol comenta que “A Fernanda tem um perfil que é muito de gamer. Eu tenho um perfil que é uma coisa que é muito mais blogueira, que eu gosto de umas coisas mais tipo, maquiagem, decoração. A  Julie já é muito conectada com música”  e essa diversidade acaba trazendo mais conteúdos diferentes para o canal. Podemos adicionar aqui um player de vídeo incorporado no post do blog, trazendo um conteúdo das gurias para que quem esteja lendo o conteúdo, já consiga conhecer e entender como funciona o material delas.  Um dos vídeos produzidos pelo Canal APTO 202 durante a quarentena O que é o Mosaico de Conversas? O Mosaico de Conversas é um conteúdo editorial exclusivo da agência Mosaico. A proposta é criar um bate-papo com influenciadores digitais, especialistas e profissionais do mercado de comunicação, com ênfase em marketing de influência. Em comemoração ao mês do orgulho LGBTQIA+, o CEO da agência, Yheuriet Kalil, está conversando semanalmente com representantes de cada sigla para buscar entender mais a fundo como anda a inclusão de cada gênero em campanhas publicitárias. A diversidade, as cores, as pessoas e a conexão estão presentes no nosso DNA, por isso, o movimento está vivo em cada detalhe da nossa história. Não podíamos deixar de homenageá-lo com muita informação, certo?! Você pode conferir a conversa que tivemos na íntegra com a super creator Carol Alves na íntegra ao acessar o conteúdo diretamente no nosso IGTV (aproveita

DADOS

Pesquisa Influenciadores Trans: A Mosaico quer ouvir a sigla “T”

São poucos os dados disponíveis que falam sobre o nicho de creators e influencers transgênero. Pensando em levantar essas informações para poder defender a inclusão de influenciadores da sigla T em campanhas publicitárias, a Mosaico desenvolveu a “Pesquisa com Influencers Trans”. A Mosaico é conhecida no setor de marketing de influência por defender a diversidade dentro de campanhas publicitárias e empresas. Fomos a  precursora ao tentar entender mais sobre como é a inclusão dos influencers integrantes da sigla LGBTQIA+ em 2020, quando realizamos a primeira pesquisa brasileira direcionada a este público. Agora, queremos nos aprofundar no assunto e conhecer mais sobre os influenciadores pertencentes a sigla T. A pesquisa sobre todo o movimento LGBTQIA+ nos trouxe alguns dados que indicam a existência de desigualdades dentro da própria sigla. No âmbito financeiro, por exemplo, mapeamos que 30,8% dos influenciadores trans não são remunerados pelo seu trabalho. Estes índices mudam bastante entre os influencers cis, onde 14% desse grupo não recebe remuneração e 13,2% vivem exclusivamente da criação de conteúdo. Esta condição confirma um tabu presente no que se refere à identidade de gênero e a dificuldade não só da sociedade, mas também das marcas, de tratar o assunto de maneira mais aberta e natural. E para mudar esse cenário, nos unimos com o TransEmpregos, a Youpix e o site Põe Na Roda, que vão nos ajudar no trabalho de dados e divulgação dessa pesquisa. A proposta final, além de fornecer informações sobre esse universo, possibilita visibilidade. Segundo Yheuriet Kalil, CEO da Mosaico, existem “resistências e estranhamentos sociais dentro da comunicação e no momento em que marcas apoiam, contratam e co-criam com creators trans, esse tema pode ser mais difundido e naturalizado. Os tabus precisam ser dissipados”. Participe da pesquisa acessando este link e preenchendo o formulário. É importante que ele seja respondido com todos os detalhes possíveis, para refletir a sua realidade.  Para termos um resultado mais completo precisamos que a pesquisa tenha muitas respostas, então compartilhe com os amigos e nos ajude na divulgação.

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Loja no Instagram: Passo a passo para criar a sua

Se você usa o Instagram para vendas, mas ainda não usa o Loja no Instagram, está na hora de investir nesse recurso. Dá para criar posts, colocar preços e inserir links diretos para o seu site, tudo isso de graça e pela própria rede. Bora lá que eu vou te mostrar como criar sua loja no Instagram: Como criar uma loja no Instagram! Antes de começar você precisa cumprir algumas etapas: ter um perfil comercial no Insta vinculado à uma Fanpage; ter um domínio e um catálogo de produtos no Facebook ou um e-commerce. Caso você não tenha um e-commerce ou catálogo de produtos no Facebook, é possível criar uma conta pelo Gerenciador de Negócios. Esse processo vai permitir a criação de uma vitrine dos seus produtos, com preços e links diretos no post. Como o recurso ainda não permite pagamentos pela plataforma, o e-commerce é SUPER importante. Vamos para o passo a passo? 1º Confirmar sua qualificação: Esses requisitos são essenciais para a ativação do recurso! Estar localizada em um mercado disponível; Ter um produto qualificado; Estar em conformidade com o acordo de vendedor e as políticas comerciais da plataforma; Ter um domínio de site no qual você pretende vender. 2º Perfil comercial e vinculado ao Facebook: Nas configurações do seu perfil clique em “conta”, depois clique em “mudar para profissional” e escolha a categoria da sua loja.  Feito isso, agora é hora de vincular sua conta ao Facebook. Basta clicar em “editar perfil”, “conta”, “compartilhar em outro aplicativo”, “Facebook” e selecionar sua fanpage . 3º Criar seu catálogo: Essa é a parte mais importante do  processo, por sorte o Gerenciador de Negócios do Facebook oferece um guia bem prático para a criação desse catálogo. Acesse as “configurações do negócio”, escolha “origens de dados” e selecione “catálogos”. Aí é só ir em “adicionar e criar um novo catálogo”, criar um nome para ele e você poderá adicionar itens ao Gerenciador de Catálogos. Também é possível tirar suas dúvidas na seção criar um catálogo na central de ajuda do Facebook. Agora chegou a hora de levar seu site para análise A rede precisa verificar se sua empresa é séria, por isso ela passará por um processo de análise que pode levar alguns dias. acesse o perfil da sua empresa no Instagram e toque no ícone de três barrinhas ; selecione “Configurações” : cadastre-se para o recurso “Compras”; siga as etapas para enviar sua conta para análise; para verificar seu status basta acessar “Compras” nas “Configurações”. Minha loja foi aprovada. E agora? Vamos habilitar o modo compras no seu perfil do Instagram: Acesse seu perfil e toque em : Toque em “Configurações”: Toque em “Negócios”: Toque em “Compras”. Observação: a opção de tocar em “Compras” só está disponível para contas aprovadas para o recurso Compras no Instagram: Toque em “Continuar”: Selecione um catálogo de produtos para conectar com sua conta comercial: Toque em “Concluir”. É oficial. Você tem uma loja no Instagram! Vá na foto do produto e escolha a opção “Marcar produtos”. A opção de marcação aparece em lugares diferentes: posts no feed: o botão fica abaixo do conteúdo e da marcação de pessoas; posts nos stories: a marcação de produtos fica dentro da aba de stickers. Agora é só aproveitar a plataforma e fazer suas vendas! Por Rafaelly Alves

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Alesp vota Projeto de Lei que liga LGBTQIA+ à influência inadequada para crianças

Hoje, 20, a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) vota um projeto de lei que visa a proibição de propaganda LGBTQIA+ associadas a crianças em São Paulo. A deputada Marta Costa, responsável pela PL, afirma que propagandas envolvendo LGBTQIA+ e famílias homoafetivas são uma “prática danosa” e influenciam negativamente na formação de jovens e crianças. Se aprovada, a lei proibirá propagandas no estado de São Paulo onde apareçam pessoas LGBTQIA+ e famílias homoafetivas, como as campanhas das marcas: Quem Disse Berenice, O’Boticário e Natura que em sua última campanha de dia dos pais mostrou Thamy Miranda, um homem trans com seu filho. A deputada Erika Malunguinho, líder da oposição ao projeto dentro da Alesp, afirma: “Como apontado por pesquisadoras/es, a estratégia utilizada por setores conservadores tem como objetivo criar um pânico moral em torno das questões de gênero e sexualidade. Isso foi materializado por esse projeto de lei, mas não é inédito, visto que segue a lógica da ‘ideologia de gênero’ e suas distorções discursivas. A retórica utilizada por esses parlamentares reafirma a desumanização  que a população LGBTI+ já é historicamente submetida neste País, induzindo como responsáveis por causar danos éticos e morais às crianças”. Crianças podem ser influenciadas por esse tipo de publicidade? Para o coordenador de Programa Criança e Consumo, Pedro Hartung do Instituto Alana, ONG que defende os direitos da criança, diz que a justificativa da deputada para propor o projeto é “infundada”, tanto na perspectiva dos direitos da criança, quanto na perspectiva democrática e que crianças devem conviver com diversidade para seu desenvolvimento. Lembrando que a publicidade infantil está proibida no Brasil desde 2014, sendo permitidas apenas anúncios direcionados aos pais. Assim, não é lógico relacionar esse tipo de publicidade a “práticas danosas” que podem influenciar crianças. Nós sabemos a importância da visibilidade LGBTQIA+ na mídia e produções culturais para que pessoas queers possam se sentir humanizadas e saberem os seus direitos na sociedade, e não concordamos com essa PL. E é claro que o PL gerou uma grande movimentação nas redes. Pessoas LGBTQIA+ estão postando fotos com crianças e suas famílias com as hashtags #LGBTnãoÉMáInfluencia e #AbaixoPL504. Por Rafaelly Alves

MARKETING DE INFLUÊNCIA

Clubhouse: O que é e como funciona

A rede social do momento foi criada em abril de 2020, mas ganhou muita popularidade em fevereiro de 2021. Mesmo sendo exclusiva para sistemas IOS, a plataforma teve um salto de 4,900% nas buscas pelo aplicativo. Em dezembro eram 600 mil usuários, já em fevereiro esse número foi para 6 milhões. O que é? Clubhouse é uma rede social onde é possível criar salas com temas específicos para bate-papos, apenas por áudio e ao vivo. Existem diferentes tipos de salas: públicas, onde qualquer membro pode participar; sociais, restritas aos seguidores do criador da sala; e privadas, onde os moderadores controlam a entrada e saída dos participantes.  Dentro das salas os participantes são divididos entre: Moderadores, quem controla a sala; Speakers, quem pode falar; e os seguidores dos speakers que são ouvintes. Quase um podcast onde você pode fazer parte da conversa.. Como participar? Devido ao pouco tempo de lançamento, o Clubhouse está restrito a usuários de Iphone, algo que a empresa já estuda mudar. Além disso, é necessário ser convidado por um usuário da rede para criar uma conta. Caso você ainda não tenha um convite é possível reservar um user, assim, você pode usar o mesmo que usa em outras redes.  A tática do convite funciona junto com outra estratégia, as conversas não podem ser gravadas, ou seja a plataforma entra no efeito FOMO (“Fear Of Missing Out” ou “Medo de ficar de fora”) é preciso estar na rede na hora certa para acompanhar o que rola nela.  Então se você quer entrar na onda, partiu pedir um convite pra um coleguinha!  O hype vai durar? Uma das questões mais importantes para quem trabalha com redes é se o Clubhouse vai se consolidar. Ainda é cedo para afirmar qualquer coisa, já que ainda estamos entendo como ela funciona. Mas a aposta é positiva. Em pouco tempo a nova rede ultrapassou as buscas pelo TIkTok, aplicativo que caiu no gosto popular durante a quarentena. Isso pode significar o preenchimento de uma lacuna já existente nas demais redes sociais, já que o interesse só aumenta. Como mostra o Google Trends. A ideia chamou atenção do Facebook. Segundo o The New York Times, a empresa já planeja um concorrente para o Clubhouse. Ainda não se sabe se a rede de Mark Zuckerberg idealiza uma extensão das redes sociais já existentes ou realmente vai desenvolver uma nova plataforma.  De acordo com a mesma fonte, o Twitter também já está se preparando para entrar na briga após a compra da companhia de podcasts Breakers. Clubhouse e o Marketing Digital Uma coisa que já podemos perceber é a facilidade para se monetizar os conteúdos na plataforma. É possível cobrar ingresso para as salas privadas de cursos, palestras ou eventos. Além disso, a rede é perfeita para criar relacionamentos, já que é um canal para aproximação entre influenciadores, marcas e o público geral. Alguns pontos que podem ser considerados negativos para a rede é justamente a falta de monitoramento desses conteúdos, sem o salvamento das conversas fica quase impossível controlar a propagação de discursos de ódio, por exemplo. Sem as gravações não se pode provar nada.  Outro ponto é que os usuários ficam presos ao tempo da plataforma, já que as salas acontecem em tempo real e nem sempre temos disponibilidade para acompanhar as discussões. Além do alto número de usuários online, ao mesmo tempo  que exige uma infraestrutura muito sólida para um bom funcionamento. Aqui vão algumas dicas para já começar a usar a novidade ao seu favor: 1- Use a rede para criar relacionamento com grandes nomes; 2- Crie salas com temas específicos e convide quem entende do assunto para gerar um papo construtivo; 3- Entre em reuniões como ouvinte para aprender mais sobre os assuntos e também ser visto; 4 –Use a plataforma como meio de se aproximar do seu público e dê espaço para que eles falar; 5- Fique de olho nos assuntos do momento, a rede é um Twitter por áudio. Descubra sobre o que as pessoas querem falar no momento. Já entrou para o Clubhouse? Conta o que você achou da rede e se acha que ela vai continuar bombando! Por Rafaelly Alves

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O que é Marketing de Oportunidade e como usá-lo no seu conteúdo

O Marketing de Oportunidade é quando uma empresa trabalha um tema que está em alta em benefício próprio. Pode ser uma data comemorativa, uma celebração cultural, uma tendência ou até mesmo uma ação da concorrência para autopromoção. A ideia é trazer a atenção dessa situação para um produto, serviço ou marca. Esse tipo de marketing é muito funcional (e aplaudido, quando bem feito), porque muitas vezes é mais barato: seja um repost ou mesmo uma resposta nos comentários de algum usuário, tem o potencial de aumentar o alcance, o engajamento e estreitar a relação da marca com o público. Como usar o Marketing de Oportunidade  Antes de qualquer coisa é preciso conhecer seu público e acompanhar suas mudanças para entender o que é pertinente; Estar atento ao que acontece no mundo, já que o Marketing de Oportunidade é momentâneo e as tendências passam tão rápido quanto aparecem. É importante saber usar o timing. Uma dica é acompanhar os Trending Topics do Twitter ou o Google Trends e estar antenado com os assuntos mais comentados do momento; Acompanhar a concorrência: o que estão fazendo, sobre o que estão falando e como está sendo a resposta do público. Claro que nem tudo são flores e tem alguns pontos onde é preciso ter muita atenção para usar esse tipo de oportunidade.  A internet não é terra de ninguém, por isso nada de usar imagens sem autorização ou tratar de forma inapropriada os temas. A quantidade de marcas que fizeram uso indevido da cantora Karol Conká vai render um bom número de processos, se ela assim quiser; Nem tudo é oportunidade. Alguns assuntos são muito delicados para serem tratados de forma rasa ou simplesmente não tem relação com a sua persona. Recentemente, influenciadores foram criticados por utilizarem o tema sensível do cancelamento e da empatia como forma de promover marcas; Tenha muito cuidado com a linguagem, pois na internet é muito fácil algo não soar como planejado ou ser mal interpretado; Ana Maria Braga deu uma AULA de publi de oportunidade Toda quarta-feira a apresentadora recebe o eliminado da semana, do Big Brother Brasil, no seu programa “Mais Você”. Na semana de eliminação da rapper Karol Conká, a internet começou uma brincadeira de que Ana Maria não iria para o trabalho para não realizar a entrevista. Acontece que alguns perfis no Twitter alteraram o próprio nome para “Ana Maria Braga” e fizeram tweets fingindo ser a apresentadora, enganando (e engajando) vários usuários: Aí surgiu a oportunidade. Para desmentir a situação, a apresentadora fez uma postagem robusta: além de esclarecer o ocorrido, ela ainda aproveitou para falar sobre o problema seríssimo das Fake News na atualidade e indicou o livro “1984”, de George Owell (que inclusive é a obra que inspirou o próprio programa Big Brother), e menciona que você pode ter acesso ao livro físico ou fazer a leitura online. Até aí, nenhuma surpresa. Mas ao final desse conteúdo, Ana Maria entra com um publi (totalmente inesperado) divulgando um aplicativo de leitura online e ainda compartilha seu cupom de uso. K.O. Um exemplo de conteúdo de oportunidade bem feito, robusto, atual e coerente! Na hora de criar seu conteúdo em cima de uma oportunidade, pense em como esse conteúdo pode se relacionar com você, sua marca e seu público, e não apenas em surfar na onda.  Lembra de algum outro case interessante? Conta aqui nos comentários! Por Rafaelly Alves

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