Uncategorized

Uncategorized

Loja no Instagram: Passo a passo para criar a sua

Se você usa o Instagram para vendas, mas ainda não usa o Loja no Instagram, está na hora de investir nesse recurso. Dá para criar posts, colocar preços e inserir links diretos para o seu site, tudo isso de graça e pela própria rede. Bora lá que eu vou te mostrar como criar sua loja no Instagram: Como criar uma loja no Instagram! Antes de começar você precisa cumprir algumas etapas: ter um perfil comercial no Insta vinculado à uma Fanpage; ter um domínio e um catálogo de produtos no Facebook ou um e-commerce. Caso você não tenha um e-commerce ou catálogo de produtos no Facebook, é possível criar uma conta pelo Gerenciador de Negócios. Esse processo vai permitir a criação de uma vitrine dos seus produtos, com preços e links diretos no post. Como o recurso ainda não permite pagamentos pela plataforma, o e-commerce é SUPER importante. Vamos para o passo a passo? 1º Confirmar sua qualificação: Esses requisitos são essenciais para a ativação do recurso! Estar localizada em um mercado disponível; Ter um produto qualificado; Estar em conformidade com o acordo de vendedor e as políticas comerciais da plataforma; Ter um domínio de site no qual você pretende vender. 2º Perfil comercial e vinculado ao Facebook: Nas configurações do seu perfil clique em “conta”, depois clique em “mudar para profissional” e escolha a categoria da sua loja.  Feito isso, agora é hora de vincular sua conta ao Facebook. Basta clicar em “editar perfil”, “conta”, “compartilhar em outro aplicativo”, “Facebook” e selecionar sua fanpage . 3º Criar seu catálogo: Essa é a parte mais importante do  processo, por sorte o Gerenciador de Negócios do Facebook oferece um guia bem prático para a criação desse catálogo. Acesse as “configurações do negócio”, escolha “origens de dados” e selecione “catálogos”. Aí é só ir em “adicionar e criar um novo catálogo”, criar um nome para ele e você poderá adicionar itens ao Gerenciador de Catálogos. Também é possível tirar suas dúvidas na seção criar um catálogo na central de ajuda do Facebook. Agora chegou a hora de levar seu site para análise A rede precisa verificar se sua empresa é séria, por isso ela passará por um processo de análise que pode levar alguns dias. acesse o perfil da sua empresa no Instagram e toque no ícone de três barrinhas ; selecione “Configurações” : cadastre-se para o recurso “Compras”; siga as etapas para enviar sua conta para análise; para verificar seu status basta acessar “Compras” nas “Configurações”. Minha loja foi aprovada. E agora? Vamos habilitar o modo compras no seu perfil do Instagram: Acesse seu perfil e toque em : Toque em “Configurações”: Toque em “Negócios”: Toque em “Compras”. Observação: a opção de tocar em “Compras” só está disponível para contas aprovadas para o recurso Compras no Instagram: Toque em “Continuar”: Selecione um catálogo de produtos para conectar com sua conta comercial: Toque em “Concluir”. É oficial. Você tem uma loja no Instagram! Vá na foto do produto e escolha a opção “Marcar produtos”. A opção de marcação aparece em lugares diferentes: posts no feed: o botão fica abaixo do conteúdo e da marcação de pessoas; posts nos stories: a marcação de produtos fica dentro da aba de stickers. Agora é só aproveitar a plataforma e fazer suas vendas! Por Rafaelly Alves

Uncategorized

O que é Marketing de Oportunidade e como usá-lo no seu conteúdo

O Marketing de Oportunidade é quando uma empresa trabalha um tema que está em alta em benefício próprio. Pode ser uma data comemorativa, uma celebração cultural, uma tendência ou até mesmo uma ação da concorrência para autopromoção. A ideia é trazer a atenção dessa situação para um produto, serviço ou marca. Esse tipo de marketing é muito funcional (e aplaudido, quando bem feito), porque muitas vezes é mais barato: seja um repost ou mesmo uma resposta nos comentários de algum usuário, tem o potencial de aumentar o alcance, o engajamento e estreitar a relação da marca com o público. Como usar o Marketing de Oportunidade  Antes de qualquer coisa é preciso conhecer seu público e acompanhar suas mudanças para entender o que é pertinente; Estar atento ao que acontece no mundo, já que o Marketing de Oportunidade é momentâneo e as tendências passam tão rápido quanto aparecem. É importante saber usar o timing. Uma dica é acompanhar os Trending Topics do Twitter ou o Google Trends e estar antenado com os assuntos mais comentados do momento; Acompanhar a concorrência: o que estão fazendo, sobre o que estão falando e como está sendo a resposta do público. Claro que nem tudo são flores e tem alguns pontos onde é preciso ter muita atenção para usar esse tipo de oportunidade.  A internet não é terra de ninguém, por isso nada de usar imagens sem autorização ou tratar de forma inapropriada os temas. A quantidade de marcas que fizeram uso indevido da cantora Karol Conká vai render um bom número de processos, se ela assim quiser; Nem tudo é oportunidade. Alguns assuntos são muito delicados para serem tratados de forma rasa ou simplesmente não tem relação com a sua persona. Recentemente, influenciadores foram criticados por utilizarem o tema sensível do cancelamento e da empatia como forma de promover marcas; Tenha muito cuidado com a linguagem, pois na internet é muito fácil algo não soar como planejado ou ser mal interpretado; Ana Maria Braga deu uma AULA de publi de oportunidade Toda quarta-feira a apresentadora recebe o eliminado da semana, do Big Brother Brasil, no seu programa “Mais Você”. Na semana de eliminação da rapper Karol Conká, a internet começou uma brincadeira de que Ana Maria não iria para o trabalho para não realizar a entrevista. Acontece que alguns perfis no Twitter alteraram o próprio nome para “Ana Maria Braga” e fizeram tweets fingindo ser a apresentadora, enganando (e engajando) vários usuários: Aí surgiu a oportunidade. Para desmentir a situação, a apresentadora fez uma postagem robusta: além de esclarecer o ocorrido, ela ainda aproveitou para falar sobre o problema seríssimo das Fake News na atualidade e indicou o livro “1984”, de George Owell (que inclusive é a obra que inspirou o próprio programa Big Brother), e menciona que você pode ter acesso ao livro físico ou fazer a leitura online. Até aí, nenhuma surpresa. Mas ao final desse conteúdo, Ana Maria entra com um publi (totalmente inesperado) divulgando um aplicativo de leitura online e ainda compartilha seu cupom de uso. K.O. Um exemplo de conteúdo de oportunidade bem feito, robusto, atual e coerente! Na hora de criar seu conteúdo em cima de uma oportunidade, pense em como esse conteúdo pode se relacionar com você, sua marca e seu público, e não apenas em surfar na onda.  Lembra de algum outro case interessante? Conta aqui nos comentários! Por Rafaelly Alves

Uncategorized

O que você sabe sobre Visibilidade Trans e Travesti?

Olá, aqui é a Julia, Community Manager na Mosaico! Eu lembro de um reflexo da influência pelo qual eu passei, quando uma vez eu estava trabalhando em um hotel, e na recepção chegou uma criança e falou “Olha mãe, a Pabllo Vittar”.  Eu “não consegui não abraçar” ela muito. Claramente há um distanciamento enorme entre a Drag Queen e uma Travesti, mas a percepção de uma criança quanto a uma pessoa LGBTQIA+  em tom de admiração, já é algo gigante, não é mesmo?  O mundo corporativo não costuma ser o ambiente mais convidativo para pessoas Trans de maneira geral, como veremos a seguir neste texto. Ainda existem estigmas sociais a serem quebrados e a exclusão é massacrante. Já tive oportunidades muito boas de emprego. Muitas outras me foram negadas e limitações foram impostas durante esse período. Me encontrei e me perdi várias vezes nesses processos para chegar onde estou agora.  Trabalhar com o Marketing de Influência hoje em dia me mostra um caminho que pode ser um grande aliado na luta por direitos e visibilidade, na abertura e ampliação de debates que podem nos fazer chegar a um lugar mais igualitário.  Trabalhar com a Mosaico, contando com a diversidade em cada pessoa da equipe, parece uma experiência surreal a partir da lógica corporativa, e saber sobre o papel que estamos desempenhando e o potencial futuro que pode ter, é uma motivação maior.  Falando do ponto de intersecção entre o lado profissional e pessoal: você poder olhar para as pessoas com quem você trabalha e poder se sentir “pertencente” ao grupo deveria ser um direito garantido a todos. Por esses e outros motivos, devemos levar sempre em consideração recortes em diversas esferas sociais. Principalmente entendendo o contexto e suas reivindicações.   Especificamente sobre a comunidade Trans – recorte que me corresponde – no mês de Janeiro, no dia 29, é celebrado o Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti.  A data é importante para pessoas trans de todo o país. Importância essa que também deve ser abraçada e até celebrada por pessoas cisgêneras, pois tem o significado de reforçar a luta por respeito, garantia de direitos, igualdade (e equidade). E numa sociedade mais igualitária, todo mundo sai ganhando.  Vale lembrar que o Brasil continua sendo o país que mais mata pessoas trans no mundo, seguido por México e Estados Unidos.  Também é importante termos a proporção da população Travesti/Mulheres trans é abismal no mercado de trabalho, onde pesquisas apontam que 90% da população utiliza a prostituição como principal fonte de renda/trabalho e apenas 4% dentre as 10% têm registro em empregos formais. Em um segundo ponto, pessoas trans têm grande relevância e suas diversas contribuições podem ser encontradas em áreas da arte, cultura e comportamento, que socialmente são consideradas marginalizadas, e por muitas vezes, são expropriadas em função de enquadramento nas normas impostas  como sua influência na luta por igualdade de gênero, cultura, linguagem, literatura, política, entre outros. Há uma grande pluralidade que deve ser celebrada em diversos âmbitos de influência habitados por pessoas Trans (e pretas), onde principalmente deveriam ser lembradas como protetoras ou formadoras de tais elementos culturais, por exemplo, o aclamado “Voguing” na dança e a cultura Ballroom.  No imaginário social conservador, ainda há alguns impedimentos, porém a população trans vem avançando, e quebrando estigmas e lugares antes impostos. Como apontado no documentário “Revelação” (Disclosure – 2020 – Netflix) – para falar de uma referência recente e “popularizada” – há uma forte influência da indústria cinematográfica, e tantas outras para a criação desse paradigma. Ou seja, ainda estamos em processo de quebra de paradigmas. Com o avanço da utilização das redes sociais como forma de manifestação em prol da visibilidade, assim como com ações afirmativas e manifestações políticas, hoje podemos ter,  em uma visão relativamente opaca, a possibilidade de celebrar a diversidade, sua completude e influência positiva que pode trazer. Por quê influência? Nos tempos anteriores à invenção da Internet, devido sua forte presença também nas artes,  a comunidade Trans já era noticiada como parte da influência do mundo do entretenimento no Brasil e no Mundo – principalmente na “mídia alternativa” – como apontado pelos Museus que resgatam a memória da comunidade LGBTQIA+. Nos primórdios da internet,  era comum a presença de creators Trans em Blogs, Fotologs, comunidades do orkut e outras ferramentas mais antigas. Assim como funcionam as redes sociais atualmente, elas serviam como meios de comunicação entre a própria comunidade para o compartilhamento de informações relevantes e de apoio, como relatos de transições, fóruns sobre a liberdade de gênero e compartilhamento de lugares seguros, hoje essa narrativa avança, ajudando o deslocamento para o alcance e visibilidade além dos relatos de transição. “Laverne Cox foi a primeira mulher transsexual  indicada ao Emmy Awards, em 2014, por conta de sua personagem Sophia Burset, no seriado Orange Is The New Black.  Ela possui 4,5 milhões de seguidores no Insta”; via Metrópoles; Hoje estamos encontrando caminhos e realizando  marcos importantes, como pessoas Trans ocupando a política, cinema, música e grandes prêmios de mídias também acessados pela população Cisgênera. Como destacado acima, cada vez mais se evidenciam através influenciadores Transvestigêneres em redes sociais. E mais, com a explosão de produções como “Pose”(Netflix, 2018), ou a nova série que conta a história da atriz e cantora Cristina Ortiz, “Veneno” (HBOMAX, 2020) e a quebra de narrativas trazida pelo filme “Alice Júnior” (Beija Flor Filmes, 2019), podemos encontrar sinais positivos sobre as novas influências nos caminhos de como se representa a história e vivência Trans. @jonasmariaa “ – O filme “Alice Júnior”, lançado em 2019 e recentemente disponibilizado na Netflix, não só é um respiro para a comunidade transgênera, como também nos convida a mergulhar de verdade nas questões trans enquanto nos diverte….” Diz Jonas Maria. Fruto desses trabalhos, é possível observar atrizes que protagonizaram os respectivos papéis, como Daniela Santiago e Anne Mota e sua notoriedade nas redes sociais.  Daniela Santiago @danielasantiago___(142k seguidores)    Anne Mota @annemotareal (17,4k seguidores) Artistas e profissionais de diversas áreas compartilham informação e conteúdo através das redes sociais, utilizando-as,  assim como pessoas cisgêneras, como vitrines para seus trabalhos, sua rotina e entretenimento. Segundo

plugins premium WordPress
Rolar para cima